Boas idéias também surgem do nada… 💡 

Os degraus da escadinha da piscina estão quebrando. O problema é que dói muito sair por ela. Depois que entramos ficando pensando 💭 como será a hora de sair…

Sem ela eu não saio da piscina, nem tento. Não tenho a agilidade necessária, nem força e, o que tenho sobrando… atrapalha mais ainda pra sair…

Então bati o olho na boia … e tive um idéia…

Magno pegou as ferramentas, grifo, alicate, facão e juntos fizemos esses substitutos de degraus. Poderão não durar muito, mas aliviaram nossa saída, enquanto não trocamos a escada,


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Bordando o sete… Bordando sonhos.  (ou pintando e bordando)…

Por uma sorte daquelas… consegui uma vaga na oficina de bordado da Stella Maris Penutto. Era para avós com netos com oito anos ou mais… e, acima de uma certa idade…

Apenas o requisito número dois eu preenchia…. mas abriu-se exceções… para ao menos quem preenchesse o tal. e eu fui. 

Pena que já acabou… buá…. aguardo as próximas! 

Ainda não terminei de bordar. 

EScolhi primeiro este risco aqui. 



Os bordados do grupo.


Aqui nosso grupo. EStao faltando as avós com netos que não vieram na última aula e as que saíram correndo para comprar os ingressos para a Zélia Ducan.  (Nós ficamos uma hora e meia na fila depois, para comprar os nossos…)

Da joalheria contemporânea em madeira diretamente para uma handeplane… o

O mais difícil para mim, nessa oficina, foi não poder aproveitar o dia de sol, 30º e piscina bem em frente à oficina… 

Mas fazer uma pranchinha de pegar jacaré para um neto e ter a companhia da minha irmã Thais, disposta à fazer uma também para MEU OUTRO NETO, não tem preço.

O Sesc disponibiliza opções de aprendizado tão diversificados, a ponto de eu ter feito um tapetinho de crochê de fio de malha (com os professores @homemnaagulha) na quinta-feira e um  projeto de marcenaria (LAB 74) no sábado!

Uma turma predominantemente masculina como é de se esperar… Thais e eu.

Copiado à lápis o template, a madeira escolhida (aqui, cacheta) é colocada e presa por meio de sargentos (engraçado o nome – prende mesmo…) à bancada de trabalho. A serra tico-tico tem vida própria….rs cortar seguindo o risco à um milímetro dele. Muitos detalhes para não,errar e sair cortando a mesa, o dedo, o projeto… 


Para se chegar a esta "perfeição" depois da serra tico-tico, usamos um "…" que nivela e tira as rebarbas do primeiro corte. E dá-lhe lixa! 

Aqui, a máquina ajustada em ângulos e 45º, faz o serviço sozinha.


Primeiro um lado, depois o outro, depois o bico.




Depois, dá-lhe lixa novamente. 


Depois com a politriz, dar forma internamente.


Dá-lhe lixa!


Aqui, tratando a madeira com seladora. entre as duas demãos… dá-lhe lixa! 


Aqui a da Thais:

Acessórios, pecinhas, pregadores, alfinetes e que tais

Costura-se sem isso. Mas, são ajudantes incríveis….

Sempre utilizo os acessórios que possuo, para fazer o uso para o que foram projetados e, obter o resultado que prometem ou esperam.

Mesmo que isso signifique desmontar, desparafusar, colocar, prender, experimentar, enfim…. deixar a preguiça de lado, ir procurar onde guardei…. e admirar o resultado….

Minha mãe tinha uma máquina de costura, Suíça, da marca Elna. O motor era acionado movendo a alavanca com o joelho direito. Portátil, com pontos bem bonitos. Aprendi mexer nela e fiz minhas primeiras experiências.

Dessa máquina, quando a dei, avisei que tiraria dois acessórios. Um, o que abre casas, desaparecido sem deixar notícias  e, outro, um pé que dobra o tecido enquanto costura, para fazer bainhas fininhas.

Este aqui:




O resultado é perfeito.

Joalheria contemporânea em madeira 

Desta vez, tudo novo. Nunca mexi com madeira, serras de arco, esmeril, lixas, furadeiras de precisão, formões, limas, lixas etc 

Uma oficina concorrida, interessante. Diferente.

 Os profissionais da Lab 74 arquitetos, designer’s. Bruno, Luis e Samir. E eu. 


   

Primeiro conhecer as madeiras.

 E as ferramentas.



Depois desenhar o objeto escolhido.


Desenhar na peça e começar a recortar com serrinha de arco. Existem apoios,  pinças, pegadores para ajudar…

Preparar um bloco colando madeiras numa base escolhida.


Colar com cola branca e fixar com fita crepe para utilizar nomeia seguinte.



Thais aqui serrando! A farra é boa.


Meu tsuru. Parte I



Aqui… desisti… muito dura para serrar. 





Depois de passar no esmeril, na esteira (lixa), passei seladora. Lixa 600 e seladora novamente.

Trabalhos de todos os participantes.

Trabalhando com papelão.

Uma das oficinas do  SESC Santos nos meses maio/junho, foi trabalhar com papelão, fazendo objetos utilitários e de decoração.

Esta oficina foi a que eu mais faltei na minha vida… tudo aconteceu às quartas e sextas-feiras dessas aulas. Por conta da generosidade da professora Gabriela Mameluca (https://www.facebook.com/projetopapelando/?ref=page_internal), que me permitiu fazer as aulas, fiquei correndo atrás do prejuízo. E verdade que, de quatro propostas, fiz só uma…. Só a luminária, mas aprendi as técnicas de corte e encaixe e, numa próxima quem sabe, faço o banco, a estrutura para mesa/cama e o móvel utilitário, que me apaixonei…

O papelão utilizado é o reaproveitamento de caixas desmontadas. Riscado o desenho, aproveitando o espaco.


Cortar com estilete sem necessariamente fazer força. As lâminas são trocadas/cortadas assim que começam a engasgar.


Depois de recortados os encaixes falta fazer o recorte para o espaço da lâmpada.